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Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa

Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa


Sobre

É uma Organização não-governamental e de carácter voluntário, sem fins lucrativos, que desenvolve a sua missão em obediência aos Estatutos da Cruz Vermelha Portuguesa e aos princípios fundamentais e recomendações do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e age em conformidade com as Normas do Direito Internacional Humanitário, tendentes a prestar assistência humanitária e social, em especial aos mais vulneráveis, prevenindo e reparando o sofrimento e contribuindo para a defesa da vida, da saúde e da dignidade humana. A instituição visa a promoção da igualdade, da inclusão social e do desenvolvimento saudável e integrado dos cidadãos, numa lógica de disponibilidade e humanidade, através do acompanhamento psicossocial e comunitário, com vista à inclusão social e participação cívica dos mais vulneráveis.


“No caminho certo na intervenção, juntos e com mais apoio o que hoje é um projeto, amanhã será uma realidade, com uma resposta especializada na saúde mental.”

Entidade

Instituições sociais, que incluem cuidados da saúde mental e neurológica

Área de Saúde Mental

Doença mental do jovem e do adulto

Cuidados de saúde em geral, inclusive da saúde mental e neurológica

Apoio ao familiar/cuidador

Dependências e Consumos


SERVIÇOS

- Gabinete de Apoio Psicossocial

- Unidade/Fórum sócio Ocupacional

- Ações de sensibilização
 
- Banco de ajudas técnicas
 
- Centro de Alojamento Temporário

Outros serviços

O Centro de Alojamento Temporário para Passantes e Sem Abrigo, resposta social de emergência em funcionamento permanente, através da LNES, com lotação de 16 vagas, destina-se alojar indivíduos em situação de sem abrigo, de carência sócio-económica, população flutuante e famílias desalojadas, de ambos os sexos, dos 18 aos 65 anos, em conformidade com o estabelecido com o Instituto Segurança Social. A intervenção realizada junto desta população, delineia-se em vários níveis: satisfação das necessidades básicas: alojamento, alimentação, higiene, tratamento de roupas; acesso a serviços de saúde; acompanhamento psicossocial; promoção da sua reinserção sócio-familiar e profissional; promoção de atividades para ocupação de tempos livres, tendentes à sua re-integração e aumento de auto-estima deste grupo socialmente excluído.

 

O Centro Comunitário “Porta Aberta” é uma resposta que desenvolve e acolhe diversas valências de carácter social, cultural e de saúde, fomentando a participação da comunidade, em particular dos grupos sociais que se encontram em situação de vulnerabilidade, mais se acentuando em situação de crise, nas mais variadas respostas sociais a seguir enumeradas. O Gabinete de Atendimento e Acompanhamento Social (GAAS) tem como destinatários os grupos alvo socialmente excluídos, apoiando-os, informando-os e encaminhando-os em diversas áreas: atendimento social e orientação, ajuda alimentar, apoio e acompanhamento psicológico, apoios económicos e dispõe de um Banco de Ajudas Técnicas (cadeiras de rodas, camas articuladas, colchões e almofadas anti-escaras, auxiliares de marcha, entre outros). Realiza-se a distribuição de fraldas descartáveis a pessoas incontinentes, em situação de dependência e carência económica. A Delegação organiza processos de Pedido de Financiamento de Ajudas Técnicas ao Núcleo de Cooperação e Respostas Sociais do Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro. Lavandaria e Balneários Sociais permitem a utilização por parte dos indivíduos e da comunidade em situação de vulnerabilidade, onde realizam diariamente a sua higiene pessoal e o tratamento da sua roupa. Cozinha Social e Comunitária aberta os 7 dias da semana, 365 dias do ano, fornece refeições sociais a população carenciada do concelho de Águeda e aos sócios da instituição. Na resposta dos Ateliers de Desenvolvimento de Competências para Jovens dos 12 aos 16 anos, os jovens optam por diversas áreas de conhecimento (Informática, Fotografia, Olaria, Animação e Serralharia), beneficiando de refeições e transporte, acompanhamento psicossocial e participam em atividades lúdico-pedagógicas em período letivo e de férias escolares.

 

Os Ateliers Ocupacionais foram surgindo informalmente para responder a algumas necessidades específicas de indivíduos da comunidade (e também de clientes do Centro de Alojamento Temporário para pessoas sem-abrigo) no que respeita à ocupação, funcionando desde 2005 sem financiamento público direto, mas utilizam os recursos humanos e materiais de outras respostas sociais, mas têm como principal objetivo a ocupação de adultos que não possuem competências ou capacidades, permanentes ou temporárias, para integrarem o mercado de trabalho. Estes Ateliers surgiram a partir das necessidades que se encontraram no trabalho desenvolvido no terreno, sobretudo ao nível da intervenção com sem-abrigo e pessoas com doença mental e crónica. Pretende-se promover atividades ocupacionais de pessoas em situação de fragilidade social, promover competências e hábitos de trabalho, promover a auto-estima, a capacidade de iniciativa e a socialização, bem outras competências pessoas e sociais que sejam facilitadoras da reintegração comunitária, e se possível, no mercado de trabalho. Para além de um espaço formativo, constituem-se acima de tudo como um espaço onde as pessoas podem estar, muitas vezes dar um sentido à vida, reorganizarem-se ou finalizarem um processo de recuperação ou tratamento. Este espaço é frequentado por pessoas à procura do primeiro emprego ou desempregadas de longa duração, a maior parte delas com patologias mentais, doenças crónicas ou com idade próxima da reforma por velhice mas já sem condições de integrar o mercado de trabalho. A maior parte são pessoas em situações sociais e psicológicas muito degradadas com experiências de vida muito negativas, em situação de isolamento social e que passariam o dia sozinhas em casa (ou na rua) caso não tivessem este suporte. Ao frequentar os Ateliers Ocupacionais têm acesso às refeições (pequeno-almoço, almoço, lanche e jantar), ao banho (nos Balneários Sociais) e à troca de roupa (tratada na lavandaria Social), frequentemente também fazem a toma da medicação, sendo a instituição responsável pela aquisição, reposição e toma da medicação prescrita pelos médicos assistentes, facilitando o tratamento, que em muitos casos e de outra forma, não seriam cumpridos pelos próprios. Os Ateliers em funcionamento são cinco: Serralharia, Informática, Olaria e artes, Fotografia e Animação, tendo ainda o Projeto da Horta Biológica. Os clientes são distribuídos pelos Ateliers de acordo com os interesses, capacidades, competências e disponibilidade. Neste espaço, que frequentam diariamente ou apenas alguns dias por semana, também de acordo com a disponibilidade dos próprios, são reciclados materiais e saberes, são contadas histórias e reinventados futuros, são estabelecidas amizades, são esquecidas dores, são enxugadas lágrimas. Produzem-se objectos, colhe-se da terra e são criados novos seres humanos, são (re)criados sorrisos e relações. Trata-se de um espaço único no Concelho de Águeda onde o número de pessoas em situação de vulnerabilidade é grande, quer por que são portadores de doença mental (cerca de 100 pessoas com doença mental grave, segundo dados do Diagnóstico Social do Concelho de Águeda), quer por dificuldades sócio-económicas e familiares. O que mais se destaca é o informalismo com que o mesmo funciona, podendo assumir-se que esta metodologia acaba por implementar um sistema de familiaridade que por vezes faz com que as pessoas se sintam verdadeiramente em casa. Existem algumas regras que permitem regular as atividades e o bom ambiente mas é um sistema flexível, sem tempo máximo e mínimo de permanência, que funciona de acordo com as necessidades e disponibilidade específica de cada cliente. É um sistema que tenta ao máximo ser personalizado, pouco diretivo e que visa potenciar as características positivas que cada indivíduo apresenta, mesmo daqueles que por vezes não parecem apresentar nenhuma e dos quais muitas vezes as pessoas em redor já desistiram. Este espaço funciona também como um apoio às famílias, uma vez que garante os cuidados às pessoas em situação de carência e exclusão social, permitindo aos familiares reduzir o número de faltas ao trabalho e as despesas dos agregados familiares que muitas vezes já não comportam os cuidados às pessoas em situação de maior exclusão.

A sua presença online

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Localização


Contactos

Avenida Calouste Gulbenkian n.º 24 3750 - 102 Águeda | dagueda.accaosocial@cruzvermelha.org.pt


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    Serviços Núcleo de Aveiro da Alzheimer Portugal
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